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sábado, 17 de agosto de 2013

PNAIC ENTENDA O QUE É..

Os trabalhos já iniciaram no nosso município com o “Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa”.
15,2% das crianças brasileiras chegam aos oito anos sem estarem alfabetizadas. "A alfabetização tardia pode atrapalhar a aprendizagem do aluno. Visando mudar essa situação, o Ministério da Educação lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). Realizado entre municípios, distrito, estados e governo federal, o objetivo do pacto é alfabetizar em Português e Matemática todas as crianças até os oito anos de idade, no final do 3.º ano do Ensino Fundamental."

Professores do 1.º ao 3.º ano do ensino fundamental em todo país estão recebendo esta formação, para melhor entender o sistema de escrita alfabética - SEA,  para entender a psicogênese da língua escrita, segundo Emília Ferreiro, refletindo sobre Piaget, Lev Vygotsky o teórico do ensino como processo social, bem como entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento, onde Magda Soares discorre tão bem este tema.

O objetivo é   levá-los a refletir sobre sua prática diária em sala de aula, ampliando seus conhecimentos sobre  os direitos da aprendizagem, currículo inclusivo, avaliação inclusiva, para uma mudança de postura, entendendo que o educador é um facilitador do conhecimento, um mediador, para trabalhar o lúdico, levar o aluno a pensar, a questionar.

A alfabetização nesta perspectiva leva o aluno a estar alfabetizado e letrado ao final do 3.º ano,  e não apenas decodificando letras.
Alfabetizar nesta perspectiva vai além de ensinar a ler e a escrever.


As aulas estão sendo ministradas no nosso município na Escola  Municipal Maria do Carmo Nascimento Alves, seguindo um calendário, sempre aos sábados. As professoras orientadoras são Ildete Feitosa, Maria da Conceição Viana e Isabel Cristina Bezerra. A professora coordenadora é Telma Cavalcante. 

Mudar às vezes é preciso


Muitas vezes, mudamos porque somos impulsionados por acontecimentos dolorosos. Poucas vezes isso acontece pela simples busca por mudança. Logo, precisamos baixar a  guarda, tranqüilizar o coração e compreender o que aconteceu é a melhor saída.
Você vai mudar, mesmo sem querer, cedo ou tarde, sua vida vai ser modificada, mesmo que você não queira.
Aceitar as mudanças na vida é ser inteligente, flexível.

Apesar da natureza estar em constante movimento, muitas vezes optamos por estacionar. Estacionamos na mesmice e, em nome de uma suposta segurança, e desperdiçamos as  oportunidades que nos são oferecidas.

Reinventar é também  criar o novo. É o que nos dá a confiança de fazer diferente, buscar o desconhecido, olhar para aquilo que até então nos parecia estranho, diferente.
A vida é movimento, metamorfose. Reinventar-se é atribuir significados interessantes ao passado, aceitar a si mesmo e apreciar o caminho para ampliar a consciência .
Estar aberto  para esse processo é o mesmo que abrir as portas para  a vitalidade. Trazemos de volta o senso de valor e utilidade, marca fundamental que fizemos a diferença neste mundo.

Se  freiamos o processo de mudança, experimentamos a automatização do comportamento,  empobrecemos com nossa experiência,  limitamos nossa curiosidade e aprendizagem, caímos na mesmice.

Precisamos nos libertar da acomodação. Mudança não é simples. Mudar é ousar! Ao contrário corremos o risco de morrermos sufocados na nossa própria inércia.
É preciso aceitar a mudança, saber o que queremos, e o que desejamos com toda esta dose de ousadia para mudar sem se arrepender! Estar conectado com o mundo e com as mudanças diárias é muito importante,
para que cresçam os frutos que desejamos. E que possamos dizer ao final de tudo:

“O que antes nos amedrontava agora é ferramenta necessária para nosso cotidiano.”

quarta-feira, 31 de julho de 2013



"Abre a sua boca em sabedoria e a lei da benevolência está na sua língua."  Prov 31. 26.
O amor e a bondade são fatores da benevolência.  Sabe você o que é benevolência? Como seria por “a lei da benevolência” na nossa língua? Como isso afetaria nossa comunicação com familiares, amigos  e  irmãos?
 Ser benevolente requer interessar-se pelo bem-estar de outros por amor . A palavra para definir “benevolência” significa mais do que bondade resultante de amor. É vontade voluntária onde  lealmente se apega a alguém até que o propósito relacionado com essa pessoa se realize. Tem a ver com apego verdadeiro entre pessoas que já desenvolveram uma relação. Quer dizer  interessar-se pelos outros e expressar isso por meio de ações prestativas e palavras ponderadas.
Para que a benevolência resguarde a nossa língua, é preciso implantar essas qualidades no coração,  no nosso íntimo.

Deus é abundante em benevolência Êx. 34:6. “A tua benevolência, óh Deus, encheu a terra”. Sal. 119:64. Existem muitos relatos como Deus foi benevolente com seus adoradores. Tirar tempo para meditar sobre as ações de Deus e poder criar em nós o desejo de cultivar essa qualidade divina nos faz um bem que não se compra, não se mede. 

Davi louvou  dizendo: “Assim como os céus são mais altos do que a terra, sua benevolência é superior para com os que o temem.” Sal. 103: 3, 11. Enorme gratidão Davi sentiu pelo perdão de seu pecado com Bate-Seba. Quanto maior for a nossa gratidão, maior será o nosso desejo de imitar o Deus verdadeiro.  Ef. 5:1.

Uma ajuda para cultivar e manter a benevolência é o privilégio da oração, uma vez que  amor e a bondade são características da benevolência e frutos do espírito. Gál. 5:22
“Resguardem-me constantemente a tua benevolência e a tua veracidade”, orou assim  Davi. Sal. 40:11
Mesmo em circunstâncias difíceis, a lei da benevolência não se deve afastar de nossa língua. Deus não se agradou  quando a benevolência dos filhos de Israel tornou-se “como o orvalho que logo desaparece”, Oséias 6 : 4, 6. Ele tem prazer na demonstração constante de benevolência. Ele abençoa os que agem assim. Amor não só de palavras. As ações devem acompanhar nossas atitudes


Provérbios 21:21  “Quem se empenha pela justiça e pela benevolência achará vida, justiça e glória.”. Isto significa uma vida sem fim. Ele nos ajuda a nos apegar-nos firmemente à verdadeira vida 1 Tim. 6:12, 19. Então façamos  o possível para praticar mutuamente a benevolência, pois uma das bençãos sem reserva para nós será achar a vida. O amor leal deve ser evidente no nosso trato com outros. Nunca só de palavras e com frieza nas ações. Quem ama aconchega, ouve, chega junto, estende a mão, se interessa, ajuda.