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terça-feira, 22 de julho de 2014

Nós estamos órfãos



"Uma lagarta vira borboleta, um velho transforma-se em criança... O tempo completa o seu ciclo, volta aos começos. Assim é o tempo da alma, um carrossel, girando, voltando sempre ao início, o “eterno retorno”. T. S. Eliot estava certo quando disse que “o fim de todas as nossas explorações será chegar ao lugar de onde partimos e o conhecer, então, pela primeira vez”."

Rubem Alves nasceu em Boa Esperança, no sul de Minas Gerais, no dia 15 de setembro de 1933, e morava em Campinas, onde mantinha um instituto para promover a inserção social por meio da educação. O Instituto Rubem Alves também dá assistência a educadores.

Além de escritor e pedagogo, Rubem Alves era poeta, filósofo, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, psicanalista, acadêmico e autor de livros para crianças. É considerado uma das principais referências no pensamento sobre educação e tem uma bibliografia que conta com mais de 160 títulos distribuídos em 12 países.
Fonte: ABC Agencia Brasil
Foto: Rubem Alves, fotografado por Maria do Carmo/ Folhapress

I Forum de Segurança Alimentar e Nutricional


A Secretaria Municipal de Bem Estar Social e do Trabalho juntamente com o Conselho Municipal de Segurança Alimentar - CONSEAN realizaram nesta manhã de terça-feira 22, no auditório da Promotoria Pública do Município o, I Fórum do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEAN, com o tema: “Alimentação Adequada e Sustentável e Sistema de Segurança Alimentar - SISAN”, com a presença de algumas instituições como: Associação AACAZA, Sindicato dos Servidores Municipais – SINDISERV, Associação dos Agentes de Saúde, Associação APRAC, Associação Comunitária N. S. da Conceição – ACONASCE, Associação do Cuiabá, Associação da Agrovila- ASCOAGRO, Associação de Quilombolas de Curituba, Associação de Curituba AQRN, Diretores de Escolas, representantes da Secretaria de Saúde, Agricultura, Educação, Cultura, Comunicação e imprensa, Casa Lar, CREAS, CRAS, dentre outros segmentos da sociedade.


Na oportunidade foi também cedida a palavra ao Presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEAN, Pr. Jorge Gomes dos Santos, bem como ao Sr. Gil Marcos Presidente do Conselho Estadual do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEAN, que iniciou sua palestra falando sobre o Histórico da Segurança Alimentar e Nutricional no país, o papel dos Conselhos e da CAISAN que é a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar, o que é, e porque existe o SISAN, sistema que ainda está sendo implementado no município. O mesmo relatou sobre a importância de se divulgar a saúde dos alimentos, alimentos sustentáveis, falou sobre a importância de se instituir o Conselho, depois emitir decreto sobre a CAISAN, dentre outras informações.
Andrea Santos


terça-feira, 15 de julho de 2014

Em São Paulo, cesta básica custa 50% do salário mínimo; em Aracaju, 33%

 
Pesquisa do Instituto Assaf mostra que alimentos básicos pesam mais no bolso do consumidor em alguns locais; para Dieese, salário para dar conta das necessidades básica deveria ser de R$ 3.079
A diferença de custo de vida das cidades brasileiras é gritante, algo que pode ser percebido pelo custo da cesta básica. Em São Paulo, a cesta básica custava R$ 366,54 em maio, ou pouco mais de 50% do valor atual do salário mínimo (R$ 724). Na capital cuja cesta básica tem menor valor (em Aracaju, ela custa R$ 241,72), o porcentual é de apenas 33,39%, apontou um levantamento do Instituto Assaf, feito com base em dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) de maio.
Em média, no Brasil a cesta custa 44,5% do salário mínimo. "Em maio do ano passado o porcentual era de 44,3%, mas o salário mínimo era menor (R$ 678). Ou seja, mesmo com o salário mínimo tendo subido entre os dois anos, o porcentual que a cesta básica representa manteve-se praticamente estável na média nacional", comenta o pesquisador do Instituto Assaf, Fabiano Guasti. "Isso significa que gastou-se mais, embora porcentualmente não tenha tido variação significativa", explica.
Com base nisso, o Dieese calculou em maio que o salário mínimo necessário para satisfazer as necessidades básicas de uma família deveria ser de R$ 3.079,31, ou seja, 4,25 vezes o mínimo em vigor. No infográfico abaixo, o porcentual da cesta básica sobre o salário mínimo em 15 cidades cujo valor aumentou entre 2013 e 2014:
Em relação a maio de 2013, o preço da cesta aumentou em 15 de 17 capitais, ou em 88% das cidades pesquisadas. "É a inflação que dói no bolso, no dia a dia, porque envolve os alimentos de consumo básico", diz Guasti. Entre os fatores que contribuíram para a alta está o clima e a sazonalidade da produção.
Entre as 15 altas, nove ficaram acima da inflação oficial do governo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que até maio acumulava alta de 6,38%. Nas capitais em que o valor aumentou, a variação média foi de 7%, sendo portanto 0,62% superior ao IPCA.
Duas capitais registraram queda: em Manaus houve recuo de 3,1% e em João Pessoa a cesta básica caiu 5% entre maio de 2013 e maio de 2014.
A cesta básica do Dieese é composta por carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, legumes (tomate), pão francês, café em pó, frutas (banana), açúcar, óleo de banha e manteiga. A quantidade varia de acordo com a região.

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